Liliane Vernin Advogados

Seja bem vindo(a).
Somos Especialistas em Divórcio

Atendimento online imediato em todo o Brasil!

Atendimento Humanizado!

Nosso escritório possui um time de especialistas com ampla experiência, atuando com rapidez e de forma humanizada, sem palavras complicadas e juridiquês.

Vamos resolver o seu problema!

Nossa Atuação

DIVÓRCIO CONSENSUAL

Se você e seu parceiro(a) estão de acordo com os termos do divórcio, o divórcio consensual (amigável) é a solução ideal.

Esse processo é mais rápido, menos estressante e evita conflitos desnecessários.

DIVÓRCIO LITIGIOSO

Quando infelizmente não há acordo entre você e seu ex-parceiro(a), o divórcio litigioso é necessário.

Embora esse processo possa ser mais complicado e demorado, pois obrigatoriamente tem que ser feito na justiça, estamos aqui para representar seus interesses com dedicação e profissionalismo, garantindo que seus direitos sejam protegidos e que você tenha o melhor resultado possível.

DIVÓRCIO EXTRAJUDICIAL

Para ex-casais que estão de acordo com a separação e não têm filhos menores (e em alguns casos mesmo com filhos menores é possível!), o divórcio extrajudicial é uma opção rápida e simples, realizada diretamente em cartório com a necessidade de um advogado.

Nosso escritório facilita todo o processo, cuidando da documentação e detalhes, para que você possa resolver tudo de forma prática e sem complicações.

DIVÓRCIO JUDICIAL

Quando há filhos menores, discordâncias sobre os termos do divórcio (amigável ou não).

Embora seja mais demorado, nossa equipe está aqui para guiar você em cada etapa, defendendo seus interesses e garantindo um processo justo e transparente, para que você possa recomeçar sua vida com segurança.

RECONHECIMENTO DE UNIÃO ESTÁVEL

Se você está passando por uma separação e não formalizou a sua união estável anteriormente, nosso escritório pode ajudar a regularizar sua situação.

O reconhecimento legal da união estável pode facilitar a divisão de bens e outros aspectos importantes do processo de separação. Cuidamos de toda a documentação e procedimentos, para que você possa resolver a situação de forma clara e sem complicações.

DISSOLUÇÃO DE UNIÃO ESTÁVEL

Quando é necessário encerrar uma união estável (reconhecida formalmente ou não), nossa equipe está pronta para ajudar a tornar esse processo o mais tranquilo possível.

Cuidamos da divisão de bens, pensão e outras questões relevantes com sensibilidade e eficiência, para garantir que a dissolução seja feita de maneira justa e organizada, respeitando os interesses de todos os envolvidos.

GUARDA DOS FILHOS/PETS

A decisão sobre a guarda dos filhos ou pets é uma das mais importantes e delicadas em um divórcio.

Entendemos a importância dessas relações e trabalhamos com sensibilidade e profissionalismo para assegurar que a melhor solução seja alcançada, sempre visando o bem-estar e os interesses das crianças ou dos pets.

PENSÃO ALIMENTÍCIA

Garantir o suporte financeiro adequado após um divórcio é fundamental.

Vamos te auxiliar na definição e negociação da pensão alimentícia, assegurando que você e seus dependentes recebam o suporte necessário para manter a qualidade de vida.

PARTILHA DE BENS

Pode ser um processo desafiador e emocionalmente desgastante.

Nossa especialidade é facilitar a partilha de bens (inclusive em união estável) com clareza e precisão, assegurando que a divisão seja feita de forma justa e de acordo com a legislação.

MEDIDA PROTETIVA

Se a sua segurança e/ou a de seus filhos está em risco (ameaças, agressões físicas ou verbais, etc), uma medida protetiva judicial pode oferecer a proteção necessária e manter o agressor afastado.

Atuamos com agilidade para garantir que você receba as medidas de proteção apropriadas, como restrições de contato, proximidade e outras ações judiciais, para assegurar seu bem-estar e tranquilidade em momentos críticos.

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Atendimento em Todo o Estado!

Perguntas Frequentes

  • Documentos de identificação
  • Comprovante de endereço atualizado
  • Certidão de casamento
  • Pacto antenupcial (se houver)
  • Certidão de nascimento dos filhos (se houver)
  • Documentos de bens imóveis (se houver)
  • Documentos de bens móveis (se houver)
  • E outros específicos para cada caso

É impossível determinar um valor exato para um divórcio, pois os custos variam muito de acordo com diversos fatores.

Um dos principais fatores é o tipo de divórcio. Se o divórcio for consensual, ou seja, se ambos os cônjuges concordarem com os termos da separação, o processo tende a ser mais barato. Isso porque o divórcio pode ser realizado de forma extrajudicial, em um cartório, ou judicialmente, com a intervenção de um juiz.

Já em um divórcio litigioso, onde há divergências entre o casal, o processo é mais complexo e exige a presença de advogados, elevando os custos.

Outro fator importante é a necessidade de contratar um advogado. Os honorários advocatícios podem variar consideravelmente, dependendo da experiência do profissional, da complexidade do caso e da localização do escritório. Em um divórcio consensual, é possível que um único advogado represente ambos os cônjuges, reduzindo os custos.

Além dos honorários advocatícios, há também as custas judiciais, como emolumentos, custas de cartório e honorários periciais. Esses valores variam de acordo com o tribunal e o tipo de ação.

A partilha de bens do casal também impacta no custo do divórcio. Se houver bens a serem partilhados, como imóveis, veículos ou investimentos, pode ser necessário contratar um profissional para avaliar o valor dos bens e realizar a divisão justa.

Por fim, a pensão alimentícia, quando necessária, é um fator que influencia o custo do divórcio. O valor da pensão é definido em acordo entre os cônjuges ou por decisão judicial, e pode variar de acordo com a renda do pagador e as necessidades do beneficiário.

A lei não define uma porcentagem fixa para a pensão alimentícia. O juiz, ao analisar cada caso, considera vários fatores para determinar o valor da pensão, como a idade do alimentado, suas necessidades, a renda do alimentante e o custo de vida na região.

É importante saber que o deputado José Nelto (PODE-GO) apresentou um projeto de lei (PL 420/22) que propõe um valor mínimo para a pensão alimentícia, fixando-o em 30% do salário mínimo vigente. Se aprovado, esse projeto criaria um piso para a pensão, impedindo que ela seja fixada em um valor muito baixo.

No entanto, o projeto ainda está em análise na Câmara dos Deputados e, mesmo se aprovado, poderia ter exceções. Em alguns casos, a pensão poderia ser inferior a 30% do salário mínimo, se o alimentante não tiver condições de arcar com esse valor.

Portanto, a porcentagem da pensão alimentícia varia muito de acordo com cada caso. É crucial consultar um advogado especialista em direito de família para obter um parecer específico sobre a sua situação.

A duração de um divórcio consensual depende do caminho escolhido: extrajudicial (em cartório) ou judicial.

Divórcio Consensual em Cartório: A opção mais rápida e econômica, essa via exige a presença de um advogado especialista em Direito de Família.

Divórcio Consensual na Justiça: Essa opção é obrigatória se o casal possui filhos menores de idade ou incapazes. O tempo médio para essa etapa pode ser de 5 a 9 meses.

Pontos-chave a Considerar:

A presença de um advogado é crucial para garantir que os direitos de ambos os cônjuges sejam protegidos e o acordo seja legalmente válido.

A falta de algum documento pode atrasar o processo, por isso, é essencial reunir toda a documentação necessária antes de iniciar o processo.

A presença de filhos menores exige atenção especial, pois o juiz e o Ministério Público garantem que os interesses das crianças sejam preservados.

O tempo estimado pode variar de acordo com a complexidade do caso, a organização da documentação e o andamento dos procedimentos.

A prisão por falta de pagamento de pensão alimentícia é uma medida drástica, mas necessária para garantir que a criança ou adolescente receba o sustento que lhe é devido.

Quem pode ser preso? Somente o devedor legalmente obrigado a pagar a pensão, seja pai, mãe, avós ou outros parentes, conforme decisão judicial.

É importante destacar que a prisão não é uma punição, mas sim uma medida para coagir o devedor a cumprir com sua obrigação.

Em resumo, a prisão por falta de pagamento de pensão alimentícia é uma medida legal que visa proteger os direitos da criança ou do adolescente.

Sim, o filho menor de 21 anos, ou inválido, ou com deficiência intelectual, mental ou grave, tem direito à pensão por morte do pai, desde que ele fosse segurado do INSS.

A duração da pensão por morte varia de acordo com a idade do dependente. Para filhos, a pensão é paga até os 21 anos de idade, ou até que se torne inválido ou tenha deficiência intelectual, mental ou grave, nesse caso, a pensão será vitalícia.

Se o filho for emancipado, ele perde o direito à pensão por morte, mesmo que ainda não tenha completado 21 anos.

Para que você tenha certeza dos seus direitos, é importante procurar uma advogada especializada.

A duração da pensão por morte varia de acordo com o tipo de dependente e sua idade.

Para cônjuges, companheiros(as) ou ex-cônjuges(as), a pensão pode ser vitalícia, desde que a idade do dependente seja de 45 anos ou mais na data do óbito. Se a idade estiver entre 42 e 44 anos, a pensão será paga por 20 anos. Para idades entre 31 e 41 anos, a pensão é paga por 15 anos, e assim por diante.

Em relação aos filhos, equiparados a filho ou irmãos, a pensão é paga até os 21 anos de idade, a menos que haja invalidez ou deficiência reconhecida antes dos 21 anos ou a emancipação.

Para cônjuges inválidos ou com deficiência, a pensão é paga enquanto durar a invalidez ou deficiência, respeitando-se os prazos mínimos da tabela de duração da pensão.

É importante lembrar que estes prazos são apenas para fins de cálculo da duração da pensão, e podem variar de acordo com as circunstâncias específicas de cada caso.

O divórcio é um processo legal que exige atenção e cuidado para garantir que seus direitos sejam protegidos. O primeiro passo é identificar qual tipo de divórcio se encaixa na sua situação.

Se vocês, você e seu cônjuge, concordam com os termos da separação, como a divisão dos bens, a guarda dos filhos e a pensão alimentícia, o divórcio consensual é a melhor opção.

No entanto, se vocês não conseguirem chegar a um acordo sobre esses pontos, o divórcio litigioso se torna necessário.

É fundamental contratar uma advogada especialista em direito de família, para garantir que seus direitos sejam protegidos durante todo o processo.

A maioridade do seu filho aos 18 anos não significa, automaticamente, o fim da obrigação de pagar pensão alimentícia. A lei prevê algumas situações que podem estender ou até mesmo suspender esse pagamento.

A lei determina que a pensão deve ser paga até o filho completar 18 anos. No entanto, existem exceções que podem prolongar esse prazo.

Se o seu filho estiver cursando o ensino superior ou técnico e não tiver condições financeiras de arcar com os estudos, a pensão pode ser paga até os 24 anos. Essa regra visa garantir que o filho tenha oportunidade de concluir sua formação profissional.

Outro ponto importante é a capacidade do filho de se sustentar sozinho. Mesmo que ele tenha completado 18 anos, se não tiver condições de se sustentar, a pensão deve continuar sendo paga.

Em resumo, a pensão alimentícia pode ser paga até os 24 anos, caso o filho esteja cursando o ensino superior ou técnico e não tenha condições financeiras de arcar com os estudos. A pensão também pode ser paga após os 18 anos, caso o filho não tenha condições de se sustentar.

Para determinar se você pode ou não parar de pagar a pensão, é fundamental analisar a situação específica do seu filho e buscar orientação jurídica especializada. Uma advogada poderá analisar os documentos e as circunstâncias do caso para oferecer a melhor orientação e garantir que você esteja agindo dentro da lei.

A pensão alimentícia para ex-cônjuges é um tema que exige análise individualizada. A lei não garante a pensão automaticamente. Para que a ex-esposa tenha direito à pensão, ela precisa comprovar que necessita do auxílio financeiro para se sustentar.

Além da necessidade, o ex-marido precisa ter condições de pagar a pensão sem prejudicar sua própria subsistência. Se ele estiver em situação financeira precária, a pensão pode ser reduzida ou até mesmo suspensa.

É importante destacar que a pensão alimentícia não é um direito automático. A decisão sobre o pagamento da pensão e o seu valor dependem da análise individualizada de cada caso, com base na necessidade da ex-esposa e na possibilidade do ex-marido.

A lei brasileira garante uma série de direitos à esposa em caso de separação, com o objetivo de proteger seu bem-estar e garantir justiça na dissolução do casamento.

  • Pensão Alimentícia
  • Guarda dos Filhos
  • Partilha de Bens
  • Uso do Nome de Casada
  • Direito à Moradia
  • Direitos de Visitas aos Filhos
  • Direito à Pensão Compensatória
  • Acesso a Documentos e Informações Financeiras

Vale lembrar que, cada caso é um caso e os direitos citados acima não são automáticos nem aplicáveis a todas as ex-esposas, faça contato com uma advogada especialista para entender melhor seu caso e te dar a assessoria que você precisar.

O Código Civil Brasileiro não considera a infidelidade como fator determinante para a concessão ou não da pensão. O juiz analisará a situação de cada caso, levando em conta o tempo de união, a renda de cada cônjuge, a capacidade de trabalho e a necessidade de cada um para definir se a pensão será concedida ou não.

A infidelidade, para ser considerada no processo, precisa ser comprovada por meio de provas robustas, como testemunhos, fotos, mensagens ou outros documentos. A mera alegação não é suficiente para influenciar na decisão judicial.

A pensão alimentícia é fixada com base na necessidade do cônjuge que a solicita e na capacidade de pagamento do outro. A infidelidade, neste caso, pode ser um fator a ser considerado, mas não é o único.

É fundamental que os cônjuges procurem uma advogada especializada em direito de família para obter orientação e apoio durante o processo de separação, garantindo seus direitos e buscando a melhor solução para a situação.

Sim, em alguns casos, é possível dar entrada no divórcio pela internet.

Em resumo:

Você pode dar entrada no divórcio online em alguns casos específicos, como no divórcio consensual, onde ambos os cônjuges concordam com os termos da separação, e não possuem filhos menores de 18 anos ou filhos incapazes.

O divórcio online oferece praticidade e agilidade, pois você pode realizar todo o processo sem sair de casa, além de evitar filas e burocracia.

Consulte uma advogada especialista que atende em todo o Brasil online e tire todas as suas dúvidas.

A presença de um advogado, mesmo em um processo amigável, é crucial para garantir a segurança jurídica e a proteção dos seus direitos.

Imagine, por exemplo, a divisão de bens do casal. Um profissional experiente garante que a divisão seja justa e legal, evitando conflitos e impasses.

Outro ponto crucial é a questão da pensão alimentícia e da guarda dos filhos, se houver. Um advogado especialista em direito de família garante que o melhor interesse da criança seja priorizado e que as decisões sejam tomadas de forma justa e equilibrada.

A formalização do acordo também exige atenção e conhecimento jurídico. O advogado elabora os documentos necessários para que o acordo seja juridicamente válido e atenda às exigências legais, evitando problemas futuros.

Em suma, a orientação de um advogado especialista em direito de família é um investimento que garante a segurança jurídica e a proteção dos seus direitos durante a separação.

Divórcio sem briga? Sim, mas com advogado!

Se você e seu parceiro(a) decidiram se separar amigavelmente, o divórcio extrajudicial pode ser uma ótima opção: rápido, simples e sem dor de cabeça. Mas cuidado! Mesmo que vocês estejam de acordo, um advogado especialista em família é essencial!

Ele vai garantir que:

  • O acordo seja justo para ambos: O advogado vai explicar seus direitos e deveres e te ajudar a negociar um acordo que atenda às necessidades de vocês.

  • Tudo esteja legalmente correto: Ele vai preparar os documentos, evitando erros que podem gerar problemas futuros.

  • Vocês evitem brigas e custos extras: Um bom advogado garante um processo tranquilo e evita que vocês precisem recorrer à justiça depois.

Em resumo: O advogado é como um guia que garante que o divórcio seja amigável e seguro para todos.

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